10 coisas que aprendemos como CMO as a Service

10 coisas que aprendemos como CMO as a Service

Aug 26, 2025

O modelo de CMO as a Service - também chamado de fractional marketing ou marketing on demand - está transformando a forma como as empresas lidam com o marketing. 
Em vez de contratar um executivo C-level em tempo integral, com custos altos e processos demorados, o negócio acessa experiência sênior, visão estratégica e execução sob demanda, de forma flexível e escalável. 

Esse modelo tem se mostrado especialmente valioso em empresas B2B e B2C, em processos de expansão, reposicionamento, estruturação de times, eventos e experiências de marca
Ao longo da jornada, aprendemos que não se trata apenas de marketing: é sobre estratégia de negócio, crescimento e confiança

Aqui estão 10 aprendizados fundamentais que mostram o impacto do CMO as a Service no dia a dia das empresas.  

1. Marketing precisa ser prioridade estratégica, não acessório 

Muitas empresas ainda enxergam o marketing como apoio ao comercial ou “embelezamento de comunicação”. Mas sem estar no centro da estratégia, o marketing perde força. 
Quando colocado como prioridade, ele define posicionamento, narrativa, experiência e diferenciação competitiva. No B2B, isso significa alinhar marketing e vendas para gerar leads qualificados, com régua de relacionamento clara. No B2C, significa criar jornadas omnichannel que garantam consistência entre loja física, digital e atendimento. Exemplo prático: empresas que pediam apenas “mais posts” descobriram que o problema não era falta de conteúdo, mas ausência de posicionamento claro e KPIs de funil. Ao ajustar a narrativa, aumentaram engajamento e conversão sem precisar dobrar o volume de ações. 

2. O time interno é aliado, não competidor 

Ao chegar em uma empresa com equipe de marketing, o receio inicial é de sobreposição. Mas o papel do CMO as a Service não é competir - é dar direção estratégica, clareza e desbloquear o potencial do time. Estruturar papéis, funções e prioridades. Introduzir KPIs e rituais de acompanhamento. Valorizar o histórico e a expertise interna, agregando repertório externo. Exemplo prático: em empresas sobrecarregadas, nós criamos estrutura de governança de marketing, que deu autonomia ao time e alinhou entregas ao negócio. O impacto foi maior produtividade e redução de retrabalho.  

3. Pragmatismo importa mais do que glamour

Muitos líderes já gastaram energia (e budget) em campanhas e eventos grandiosos que não geraram resultado real. 
O aprendizado: o mercado valoriza mais a clareza, a objetividade e a entrega de impacto tangível do que a superprodução sem propósito. No B2B, isso significa priorizar conteúdo estratégico, inbound bem desenhado e régua de relacionamento. No B2C, experiências imersivas de marca podem ser mais poderosas que campanhas milionárias de mídia. Exemplo prático: substituímos um evento caro e genérico de um cliente, por uma experiência direcionada a clientes estratégicos, com conteúdos relevantes e ativações personalizadas. O ROI foi muito mais alto, mesmo com investimento menor. 

 4. Estratégia sem execução é só PowerPoint, e fica na gaveta

Um dos maiores problemas que encontramos são planos de marketing que nunca saem do papel. O valor do modelo está em conectar visão estratégica com execução ágil. Diagnóstico claro. Priorização de ações com maior ROI. Implementação rápida, com acompanhamento de KPIs (CAC, LTV, churn, ROI de campanha). Exemplo prático: no B2B, transformamos uma estratégia de expansão em um plano de onboarding estruturado para parceiros, com comunicação, kit de boas-vindas e régua de relacionamento digital. No B2C, ativamos um novo canal de aquisição em semanas, ajustando a rota com base em dados de conversão.  

5. O olhar externo corrige pontos cegos 

Dentro da operação, é comum que empresas não percebam seus próprios desalinhamentos. Um CMO externo traz benchmark, neutralidade e repertório de mercado. Identifica incoerências entre discurso e prática. Questiona a clareza da proposta de valor. Expõe gargalos de funil ou desalinhamentos de comunicação. Exemplo prático: ao perguntar “como você explicaria sua empresa em uma frase?”, vimos lideranças travarem, ou nos dizerem: nossa demoraria dias para te explicar. Essa dificuldade foi o gatilho para criar um posicionamento claro, simples e replicável, que passou a ser usado por todos, criando uma unicidade em toda a comunicação.   

6. Networking é um ativo estratégico 

O CMO as a Service não entrega apenas estratégia - entrega também acesso a conexões valiosas: fornecedores de confiança, parceiros de mídia, influenciadores, eventos estratégicos e até novos clientes. 
Exemplo prático: ao inserir empresas em eventos estratégicos e aproximá-las de players de inovação, conseguimos acelerar awareness e abrir novas oportunidades comerciais criando novas conexões e ampliando o negócio.  

7. Agilidade vale tanto quanto visão 

Em estruturas tradicionais, contratar um CMO pode levar entre 6 a 12 meses. Enquanto isso, o mercado não espera. 
Com o marketing on demand, o tempo entre diagnóstico e ação é encurtado. Em poucas semanas já é possível testar hipóteses e implementar pilotos. 
Exemplo prático: em lançamentos de produto, as campanhas inclusive criadas por nós, entraram no ar em tempo recorde, aproveitando o “timing do mercado”. O acompanhamento por KPIs permitiu corrigir rotas rapidamente, maximizando resultados. 

8. Experiência prévia encurta a curva de aprendizado

Um dos maiores diferenciais do modelo é ter acesso a profissionais que já viveram mercados diferentes, desafios complexos e contextos de transformação. Trazem repertório transversal: o que funcionou em B2B pode inspirar B2C, e vice-versa. Reduzem erros e aceleram decisões. Exemplo prático: práticas de luxo e experiência premium foram adaptadas para os outros contribuindo para elevar a percepção de valor.  

9. Cada empresa precisa de uma fórmula única

Não existe “receita de bolo” para marketing. Cada empresa tem dores e objetivos específicos: B2B → foco em geração de leads, nutrição e relação de longo prazo. B2C → foco em escala, experiência de compra e fidelização. Eventos e experiências → foco em engajamento, emoção e ativação de marca. 

10. O maior valor é a confiança

Mais do que resultados imediatos, o que sustenta o modelo é a confiança mútua
Quando o CMO as a Service é visto como parceiro estratégico, e não fornecedor, há liberdade para experimentar, corrigir e acelerar aprendizados. 


Conclusão 

O modelo de CMO as a Service mostra que marketing não é custo: é motor de crescimento. 
Ele conecta estratégia e execução, visão e agilidade, experiência sênior e networking em um formato flexível e sob demanda. 
Funciona no B2B e no B2C, em projetos de branding, expansão, eventos, customer experience ou estruturação de times e KPIs. 

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A Artesania Marketing nasce com a missão de ser um agente de transformação, oferecendo soluções de marketing as a service e ideias personalizadas por meio do inovador modelo 'CMO as a Service', para impulsionar negócios e marcas com estratégias únicas.

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A Artesania Marketing chega ao mercado com o objetivo de ser um agente de transformação nas empresas do ecossistema do mercado financeiro através de ideias customizadas com o serviço de “CMO as a Service”.